sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Lisboa, horta popular da Mouraria

Há aqui qualquer coisa que não bate a bota com a perdigota: http://horta-popular.blogspot.com/

Por altura de 74/75 em Belas no calor do PREC uns quantos indivíduos tomaram como suas umas terras devolutas e vai de fazer hortas por tudo quanto era sitio, para dar mais ênfase à coisa pespegaram um cartaz onde se lia "A TERRA A QUEM A TRABALHA" a coisa foi andando até que uma noite uns malandros gamaram todas as couves e para os machambeiros não desanimarem acrescentaram no cartaz "E AS COUVES A QUEM AS APANHA"

2 comentários:

Valdemar disse...

Também aqui cada vez há mais disso.
Cultivamos as coisas e depois os pobres coitados tem de ter o trabalho de as gamar sem o dono ver.
Chama a isto Ladrões.
Se eles soubessem o que custa ser ladrão e o perigo que correm nunca usariam este nome.
Vejamos que os pobres coitados tem uma profissão tão arriscada que em cada furto correm o risco de terem sempre uma arma apontada.
Ingratos que ninguém lhes reconhece o esforço.
Se soubessem como ofendem estes beneméritos do alheio em vez de os criminar, propunham-lhe um louvor.

Artur/Leiria disse...

“A terra a quem a trabalha…
E as couves a quem as apanha”
No Abril com o seu pregão:
Eram as gírias de então…

Gostei desta, acreditem!
Por isso estou versando.
Numa democracia se admitem:
Coisas destas - de vez enquanto!

Gostei mesmo, caramba!