terça-feira, 15 de junho de 2010

ser ou não ser reaça

Breve história do um rendimento de inserção social: Um cidadão romeno chegou a Portugal há algum tempo ,trabalhou nas obras e de seguida  veio o desemprego.  Trabalho ?  não há ! Vai daí ;procurou o R.I.S.. Abismado com a facilidade com que os euros chegam,  no fim do mês inscreveu também a mulher,  mais abismado ficou, os euros entravam a dobrar , pensou... pensou...  conclusão:  o melhor é mandar vir para cá os sogros pela surra como se estivessem a seu cargo e pimba, R.I.S. com eles e não é que os ditos multiplicaram os euros. Bom negocio, também quero! Se ser reaccionário é ser contra estes e outros gamanços, então eu sou um reaça da pior espécie!!!
Por estas e outras que tais é que o rendimento tem os dia contados… ou não?

3 comentários:

Valdemar disse...

Qual reaça qual carapuça.
Infelizmente as coisas funcionam mesmo assim e lamentávelmente quem descontou uma vida inteira acaba o subsidio de desemprego e não tem direito rigorosamente a nada,como ainda hoje foi dito a nove mil em Coimbra, o mesmo acontece com os Jovens licenciados que estudam até aos vinte e tal anos e depois nem emprego nem um cêntimo de subsidio.
Sou pela atribuição de Rendimento de Reinserção Social quando justificada não para fomentar quem nunca fez ou fará seja o que for em prol da Sociedade. Faz recordar temos de má memória feito pelo homem de Santa Comba aos Cabos Verdeanos.
Mas isso para lá das injustiças da forma como são atribuídos,interessa-lhes,porque mantém bons tachos para muitas ditas assistentes sociais e outros amiguinhos.
Antigamente os nossos antepassados diziam-nos que o mundo era dos espertos. Mas há vários anos que´o mundo é dos parasitas. Os outros são os sérios, que tentam obrigá-los a serem burros.
Mas um dia virá que a justiça triunfará. Eu acredito.

Fuzo de Agua Doce disse...

Amigo Oliveira
Podes contar com mais um «reácionário»para engrossar o lote.Isto está a ficar lindo,sei que a época é de vacas magras, mas os habilidosos safam-se sempre, sejam Romenos, Portugueses ou doutro Pais qualquer.
Um abraço
Virgilio

lmdoliveira disse...

Amigos, eu falei do romeno porque assisti hoje in loco a toda esta história. É me indiferente a nacionalidade dos sujeitos, agora, não é indiferente o aproveitamento dos dinheiros públicos para sustentar quem não tem necessidade. O ministro da tutela tem que alterar rapidamente os critérios das atribuições do subsídios, ou na “pior” das hipóteses altera-se o ministro e o chefe do ministro.
Abraço aos filhos da escola.