quinta-feira, 17 de junho de 2010

lado negro da nossa história recente


O PAIGC assassinou após a independência os militares autóctones que pertenceram às Forças Armadas Portuguesas . As autoridades civis e militares de Portugal abandonaram estes homens, depois de lhes venderam a banha da cobra de que eram portugueses e serviam Portugal. O PAIGC não matou sozinho, teve a preciosa ajuda do estado português. Não chega gravar os nomes na pedra, é altura da história acertar contas com a dignidade dos homens portugueses  assassinados na Guiné, Moçambique e Angola.

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