quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ilha de Moçambique, livro de Aurélio Rocha, Eugénia Rodrigues e Augusto Nascimento



Novo livro sobre a ilha de Moçambique. Como diz um dos autores ( Aurélio Rocha): são fotos da alma do seu povo e das pedras de quatro quilómetros quadrados, com 14 mil habitantes na esmagadora maioria Macuas.
Para a memória de um marujo que por lá viveu aproximadamente um ano o que ficou, foi a nostalgia de um passado bem vivido entre amigos e algumas amigas, as incursões no Ancoradouro, Sporting, Escondidinho, Pousada, as idas a bordo dos Navios transatlânticos , a bifas, as grojas que enchiam os bolsos do marinheiro, o Comandante que era cinco estrelas, de seu nome João Garçês Coreia, um bom amigo e a sua esposa uma senhora em toda a linha, todo o pessoal da capitania, os polícias Marítimos, destaco o Mário, homem que me safava os QSO a quando das minhas ausências por motivos normalmente de força menor e esse grande "malandro" do piloto da barra compincha de patuscadas, o homem que iniciou no puro malte.
Teria eu estado toda uma vida em Moçambique não chegaria para pagar o que Moçambique me deu durante 28 meses, como se ousa dizer; ele há tipos com sorte, eu sem sombra de duvida fui um deles!

2 comentários:

TINTINAINE disse...

Pena só ter conhecido a Ilha de passagem. Fui lá umas três ou quatro vezes, mas as visitas duravam apenas algumas horas.
Mesmo assim recordo aquilo com saudade!

lmdoliveira disse...

Tintinaine
Pena só ter conhecido a Ilha de passagem. Fui lá umas três ou quatro vezes, mas as visitas duravam apenas algumas horas.
Mesmo assim recordo aquilo com saudade!
Oliveira responde:
Foi por ventura o melhor período da minha vida. Era a única farda branca na ilha e tu bem sabes o poder que o alcache tinha no sexo feminino e depois a laurentina fazia o resto no desfazer dos camarões e lagostas que se passeavam pelas mesas das tascas da ilha.