sexta-feira, 5 de março de 2010

Violência doméstica,chibar é fixe



84 denuncias de violência doméstica por dia, 30.626 por ano.
14% das queixas são homens, isto é uma pequena parte do que se passa na realidade. Grande parte das vítimas estão manietadas ou por coacção física, financeira ou pelos filhos. As e os energúmenos não olham a nada, descarregam nos filhos, pais, conjuges e animais, batem em tudo o que mexa.
Este flagelo nacional é bem pior que a gripe suína, mata muito mais, e ninguém ataca esta pandemia , isto é bem pior que tascas mal amanhadas ou feiras a vender contrafacção para isto existe a ASAE (o que acho muito bem) então por que não há-de haver uma brigada nacional para a violência entre portas?
Vítimas; por muito que custe dar o passo da denuncia, tudo é melhor que viver no desespero . Não há desculpa para a violência, costuma-se dizer que ele é bom tipo o álcool é que o estraga , isso é treta, ele e o álcool são a mesma coisa. As juras e lágrimas que se vai emendar é outra treta, eles não se emendam, muitas vezes tornam-se mais refinados . Batem ou coagem psicologicamente , ainda que seja uma 1ª vez , é já a “doença” em estado avançado.

1 comentário:

Valdemar disse...

Estou totalmente solidário com as denúnicias.
Os agressores devem pagar.
A liberdade de uns devia acabar-se quando toca na liberdade dos outros.E pagarem por isso.
Dois casos que merecem ser devidamente analisados.
Comprovadamente a violência feminina é muito mais agressiva.
O homem vitíma tem maiores problema e complexos na denúncia e que a própria sociedade não o desculpabiliza. Passa ao ataque:
Porque quem manda é ela? Porque é um maricas? O homem agredido tem o problema de perder o casamento, os filhos a criminação dos falsos amigos etc.
Dá pano para mangas.
Ao Doente Alcoólico deve ser dado o caminho do Tratamento. Caso ele não aceite, deve ser dada protecção à Esposa se ela própria não for também Doente.
As crianças!!! Essas deveriam ter uma protecção total.
São as grandes vtitimas e não tem como se defender e muito menos culpa; quando não pediram para nascer.
Há casos Dramáticos e eu como Monitor em Associações de Alcoólicos conheço casos dramáticos. Mas outros há que nada tem a haver com o álcool ou outras dependências. Mas sim pela malvadez de quem se julga absoluto. E o tal posso quero e mando, infelizmente continua em grande escala.
Um tema que deveria estar nas primeiras páginas e no dia a dia de cada nós e o minímo que se exige é que denuncie.Quem cala consente e torna-se cumpllice, pelo menos moralmente.