sábado, 20 de fevereiro de 2010

Catástrofe


É uma desgraça o que está a acontecer aos portugueses da ilha da Madeira.
É uma vergonha os jornalistas nos serviços informativos a tentar sacar lágrimas em directo aos “desgraçados” e arranjar desde já culpados no poder politico madeirense pela densidade urbanística. Não fosse o trabalho que tem sido feito na limpeza e trabalho de alvenaria nas ribeiras, não sei o que teria acontecido.

3 comentários:

Anónimo disse...

Amigo Oliveira
Já passei por duas cheias, a mais grave em 1967, o meu Conselho,(Alenquer) foi dos mais atingidos, só numa povoação (Quintas)morreu metade da sua população 85 mortos.
A outra mais recente em Novembro de 83, fez cerca de 10 mortos, no primeiro caso eu estava na terra portanto próximo de Alenquer, andei uma semana a tirar lama das casas da baixa de Alenquer, na segunda, trabalhava em Oeiras, e andei alguns meses a reparar e montar equipamentos destruídos nas centrais de esgotos do Concelho de Oeiras, que ficaram praticamente todos inutilizados.
Um abraço
Virgilio Miranda

lmdoliveira disse...

Filho da escola. Eu lembro-me bem das cheias de 67 e da desgraça que foi . Os corpos vinham no rio para jusante até há foz do Tejo.

Abraço amigo Miranda

TINTINAINE disse...

Cheias só vivi uma na minha vida - na baixa de Lourenço Marques, em Janeiro de 63 ou 64. Dava para manobrar um zebro a toda a velocidade, desde a Estação dos Caminhos de Ferro até ao Clube de Pesca.
Mas para mim aquilo acabou por ser uma festa!