segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Uganda,Idi Amin está "vivo"


Vi e revi blogs de defesa dos casamentos gays, vi e revi os blogs da esquerda caviar que defende a proposta dos casamentos gays e lésbicas e em nenhum deles se fala dos ugandeses . Ser solidário para esta gente é tão somente resolver os problemas do seu quintalzinho eles e elas não são diferentes do restante da populaça ! Aqui não há manifes, nem abaixo assinados, os ugandeses são picolhos do terceiro mundo. Não o digo mas a vontade é chamar-lhes (mavy de gente)
Uganda.
A alta comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos, disse que o projecto de lei propõe penas draconianas para pessoas alegadamente lésbicas, homossexuais, bissexuais ou transexuais, nomeadamente prisão perpétua e em alguns casos pena de morte.
A alta comissária da ONU para os Direitos Humanos, Navi Pillay, pediu ao governo do Uganda que arquive uma proposta anti-homossexual, que deverá ser apresentada no parlamento do país, no final do mês de Janeiro.
Pillay felicitou as recentes declarações do Presidente Museveni e outros membros do governo, sugerindo que poderiam intervir para travar a proposta de se tornar lei.
Penas
A proposta de lei proíbe qualquer forma de relação sexual entre pessoas do mesmo sexo, bem como a promoção ou reconhecimento de relações homossexuais como saudável ou como um comportamento aceitável em locais públicos.Navi Pillay disse que o projecto de lei propõe penas draconianas para pessoas alegadamente lésbicas, homossexuais, bissexuais ou transexuais, nomeadamente prisão perpétua e em alguns casos pena de morte.
Ela acrescentou que é extraordinário encontrar este tipo de propostas legislativas mais de 60 anos depois da adopção da Declaração Universal dos Direitos do Homem.
A proposta prevê também uma pena que pode ir até três anos de prisão, para quem não denunciar as identidades de homossexuais que conheça no prazo de 24 horas, incluindo membros da própria família ou pessoas que abertamente apoiem direitos humanos dos homossexuais.
Violação
A alta comissária da ONU afirmou que o projecto de lei viola as normas internacionais de direitos humanos, que é flagrantemente discriminatório, acrescentando que se fosse aprovado teria um impacto tremendamente negativo na apreciação de uma série de direitos humanos fundamentais em indivíduos homossexuais ou transexuais.
Pillay afirmou ainda que se a lei passasse teria também implicações em pais, professores, arrendatários, defensores de direitos humanos e profissionais médicos.

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