quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Até que a morte os separe...?



Por educação e se calhar por preconceito não atino com o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
No caso de eventualmente se realizar um referendo voto sim ao mesmo. Por dever de cidadania! O casamento é um contracto e ninguém deve ser excluído dos direitos e deveres de cidadania. Eles e elas casarem não aquece nem arrefece, o casamento convencional só toca na moral e bons costumes do menino não brinca com boneca e menina não joga à bola!
Como já disse eles e elas têm o direito de ser infelizes, de andarem à trolha nos divórcios ou ter bons casamentos e viverem felizes até que a morte os separe.
No que diz respeito à adopção, colocando num lado do prato da balança o viver numa instituição toda uma vida e no outro prato viver no seio de uma família diferente do convencional, é claro que a última tem mais peso. Existem departamentos do estado que avaliam as condições dos adoptantes. Estes novos casais podem sempre contornar a lei e serem pais biológicos basta ir à vizinha, Espanha, ficando os filhos a seu cargo. Portanto o deixar a adopção fora do casamento civil é tapar o sol com a peneira.
Aqui fica o desejo de um heterossexual aos demais: Casem e façam o favor de ser felizes!

5 comentários:

Valdemar disse...

Também penso como tu, mas tudo isso me faz uma confusão dos diabos...!

lmdoliveira disse...

Pois é Valdemar, a vida ultrapassa-nos com uma velocidade que não conseguimos acompanhar .
Como diz o poeta maior:
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,

Muda-se o ser, muda-se a confiança;

Todo o Mundo é composto de mudança,

Tomando sempre novas qualidades.

Saúde Valdemar

Abstracto disse...

se não for a morte que seja o divórcio! sim que o direito não é só a casarem! Concordo pelnamente que lhes seja concedido tanto o direito a casarem como a adoptarem, são tão capazes como um casal criado aos olhos do senhor. alem do mais que a homosexualidade é inerente nos indivíduos, negarem-lhes tais direitos é nada mais que discriminação.

Anónimo disse...

Amigo Oliveira
Lamento, mas não sou capaz de entender estas nmodernices,defeito meu consertesa,mas ainda ontem comprei o jornal como de costume,e quando cheguei a casa e comecei a ver a primeira página, deparo com a fotografia de duas mulheres a beijarem-se em frente ao Parlamento.
Para nós que já não somos influenciáveis, está como o outro, mas e as criânças? não começarão a pensar que isto tanto faz ser homem com homem; mulher com mulher; homem com mulher é tudo igual?
Um abraço
Virgilio Miranda

lmdoliveira disse...

Virgílio.
Em parte também é coisa que não entra na cachimónia. Para nós mais velhos penso que nunca chegaremos a achar natural o casamento entre pessoas do mesmo sexo, no entanto por dever de cidadania não se deve marginalizar seja quem for, exemplo: eu não atino com grande parte do espectro politico nacional no entanto se houvesse a tentativa de os banir, imediatamente eu saia em sua defesa , eles são a parte essencial da democracia. Com respeito aos miúdos eles têm um poder de assimilação que nós já perdemos há muito tempo.
Abraço meu amigo!